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Alimentação aplicada aos atletas adolescentes e adultos
No
adolescente atleta ou esportista, as exigências nutritivas se elevam, de acordo
com o tipo, o tempo e a quantidade do esforço despendido. No planejamento
alimentar, deverá pois haver, não somente verdadeira manipulação de nutrientes
no regime, como suplementação de substâncias destinadas a prevenir, equilibrar e
refazer os efeitos de certos desgastes orgânicos, gerados em razão de atividades
extras. A eficiência do atleta ou esportista, não depende, exclusivamente, da
sua vocação, abnegação e habilidade para praticar, competir e/ou vencer; é em
grande parte o resultado dos ensinamentos técnicos que recebe, da proteção da
medicina desportiva e de suas condições de saúde. A principal condição de
saúde do atleta ou desportista, é conseguida através da alimentação e nutrição
orientada; pois só com estas, obterá qualidades orgânicas capazes de atender às
diversas solicitações do esforço. Este é o objetivo ao qual nos propomos, e
para isso traçamos, esquematicamente, os rumos que devem ser seguidos, pelos
atletas ou desportistas, em seus períodos de treinamento e nos dias que precedem
e sucedem á competição. Pelos conhecimentos já adquiridos, perduram as noções
de que o ser humano é o resultado da soma de alimentos que o mesmo necessita,
para exercer as atividade vitais. Sabemos acerca da complexidade que envolve
o processo nutritivo, sujeito muitas da vezes, a fatores quase
intransponíveis. Compreendemos que certas condições individuais constituem
problemas que não permitem a adoção generalizada de regimes e sim a prescrição
adequada de alimentos condizentes com as necessidades fisiológicas de gasto
calórico e de nutrientes nobres. Na análise realizada verificamos que a
alimentação para “nutrir”, deve atender aos reclamos do indivíduo em suas
diferentes idades, sexo, etapas da vida, esforço dispendido e de momento de
“stress” nutricional. A alimentação nesta fase deve, pois, atender a regras
que ditam cuidados alimentares especiais. Ao contrário do adulto como já foi
frisado, o adolescente exige dupla cota; de manutenção ou reparação e outra
destinada ao seu crescimento e desenvolvimento, ainda
incompletos.
Segundo Kesterer e Knipping, de acordo com a atividade
desportiva, a taxa de calorias/hora é a seguinte:
Corridas a pé –
velocidade (500) - Meio fundo (930) - Fundo (750)
- Maratona (700)
Lançamentos (460)
Saltos (400)
Ginástica sueca (260)
Ginástica
paralela(710)
Ciclismo – em pista (220) - Atrás do treinador (com moto)
(350) - Na estrada (360) - Na estrada com vento pela frente (600)
Natação
– velocidade (700) - Fundo (450)
Remo (500)
Esqui – fundo
(750) - Velocidade (960)
Alpinismo (600)
Patinação - artística
(600) - Velocidade (720)
Tênis – individual (800) - Dupla (350)
Luta
(900)
Boxe (600)
Halterofilismo (450)
Esgrima
(600)
Desportes em equipe
“Baseball” (400)
Basquete
(600)
Futebol (400)
“Rugby” (500)
“Water-polo” (600)
*Voleibol (400)
Entendemos como crescimento “o aumento de tamanho
decorrente da multiplicação celular e incremento de substâncias intercelulares”;
e como desenvolvimento “um aumento da complexidade funcional tanto quanto à
capacidade de metabolização dos alimentos como também do aprimoramento das
funções metais e do comportamento encarando-se o indivíduo como uma unidade
psico-físico-química”. O crescimento e o desenvolvimento não são processados
em proporções equivalentes pois cada órgão tem um período determinado para
crescer bem como uma função para se desenvolver. Em última análise o
crescimento refere-se à modificação de tamanho e o desenvolvimento ao
aprimoramento de funções. Devemos falar conjuntamente de crescimento e
desenvolvimento pois denotam todos os processos físico-químico-fisiológicos
intimamente relacionados às formas e funções de todos os tecidos do
organismo. O crescimento constitui o direito natural do indivíduo se
realizar. O conceito Deweyano de educação compreende – “educação é
crescimento”. A educação é pois o processo de crescimento e desenvolvimento,
baseada na experiência e condicionada pela aprendizagem, que se opera no sentido
de prover a plena integração indivíduo, sua adaptação no meio físico, seu
ajustamento social, e de conduzir pela devida generalização, o contínuo
aperfeiçoamento o grupo. Enquanto o crescimento pode ser avaliado pela
estatura e pelo peso, o processo de desenvolvimento é muito difícil a ser
mediado, pois é um dado qualitativo e não é fácil de ser
mensurável. Teceremos algumas recomendações, de ordem geral, de capital
importância, antes de serem abordadas, especificamente, as diretrizes nutritivas
nos diversos períodos antes, durante e depois das competições ou práticas
esportivas. Relacionaremos as que achamos de maior importância:
1. O
esportista ou atleta manterá o seu peso correspondente à sua idade, estatura e
natureza do esporte praticado. Este peso não deverá ser aferido após a
prática de treinamento pois, pela perda água, sofrerá variações. É,
sobejamente, conhecido o fato de jogadores de futebol, após os 90 minutos da
partia, acusarem perda de 2 ou mais quilos. De maneira prática, o atleta
compensado deverá manter seu peso ideal com variações aceitas de 500g para mais
ou para menos (no curso de treinamento).
2. O esportista ou atleta deverá
comer lentamente, pois a taquifagia condiciona mastigação deficiente com o
consequente prejuízo no aproveitamento dos alimentos, condicionando aerofagia
com aerogastria, elevando o diafragma e prejudicando a aeração e o desempenho
esportivo, além de prolongar de maneira evidente o período de
digestão.
3. O ambiente de refeitório deve ser calmo, arejado e bem
iluminado. É bem conhecido o fato de luz artificial (roxa e vermelha) tornar
repugnantes os alimentos.
4. Evitar o uso copioso de líquidos durante às
refeições pois estes, pelo mecanismo de diluição, retardam, sensivelmente, o
tempo de digestão. Usá-los 1 hora antes das refeições ou 2 horas após.
5.
O uso de gelados durante o período digestivo é contraproducente pois este
processo ocorre em temperatura ótima de 37ºC.
6. Não utilizar bebidas
gaseificadas pois as mesmas condicionam aumento da câmara aérea gástrica e
consequente elevação da cúpula diafragmática com prejuízo para a correta aeração
(dores por distensão, eructações e dispnéia).
7. Suprimir o uso de álcool
e aceitar-se o uso moderado de bebidas excitantes (café, chá, mate, e
guaraná).
8. Cuidados especiais devem ser tomados contra os excessos da
mesa – a gula A alimentação desregrada e inconseqüente degrada o homem e no
dizer de Mosséri “o excesso da mesa transforma o homem em esgoto ambulante, pois
o indivíduo carrega dentro de si excesso de carnes em putrefação, corpos
amiláceos em fermentação, empanturra-se, grita por socorro mas não pára a
orgia”. Há muito que deveríamos ter compreendido que o homem não pode viver
“em harmonia com o infinito”, enquanto violar as leis da natureza. A natureza
não desculpa nenhuma forma de intemperança, quer seja física, mental ou
espiritual. Não se pode desenhar um triângulo com dois lados somente. Digamos
mesmo que a base de toda a reforma é a frugalidade.
9. Observar a
utilização dos tipos extremos de idolatrias alimentares – alimentação cárnea,
vegetariana, vegetaliana ou frutífaga. Compulsando-se os vários tratos de
Nutrição através das últimas décadas, vemos os defensores de cada tipo de
alimentação, procurarem demonstrar através de experiências o valor da “sua”
alimentação. O que resultou, da análise de cada experiência de cada
experiência, foi que devemos abandonar os extremos e adotar uma determinada
média na alimentação. Nem exclusivamente cárnea nem vegetariana, o tipo ideal de
alimentação para o atleta é a alimentação mista – “in medium virtus”. Devem
ser, entretanto, respeitados os costumes de alimentação; já dizia Hipócrates:
“nada é tão prejudicial como a modificação brusca de uma alimentação”. É
importante que seja estabelecido um programa que atenda para as preferências
alimentares de cada indivíduo.
10. A obediência a um horário fixo para
várias refeições é de excelente norma. Lembramo-nos do ditado: “o estômago dá
horas” (ritmo de apetite).
11. É importante a observação atenta de
alimentos recomendáveis e inconvenientes na alimentação do atleta ou
esportista.
Além dos alimentos básicos das refeições são recomendáveis: o
mel, o levedo de cerveja, o guaraná, o germe de trigo, o trigo integral,
castanha-do-Pará ou de caju e o açúcar mascavo. Devem ser evitados, pelos
seus inconvenientes alguns alimentos que apresentam dificuldades digestivas,
propriedades fermentescíveis e / ou outras características que possam de certa
forma, prejudicar o bom desempenho do atleta ou esportista, tais como:
Álcool sob qualquer tipo de preparação;
Excesso de pão, principalmente
miolo;
Bebidas gaseificadas;
Conservas;
Carne de porco;
Alimentos muito condicionados;
Vegetais com excesso de fibras e celulose,
tais como: couve, repolho, aipo, cebola, etc;
Cuidado com os alimentos do
mar, pois são facilmente perecíveis;
Entre os
recomendáveis
1. Mel – A utilização benéfica do mel é preconizada
pelas seguintes razões: pela sua composição básica, na qual entre outros
elementos são encontrados a levulose, a glicose, combinações fosfatadas,
cálcicas, ferro, cobre, manganês, a geléia real, a própolis, pólen e cera. A
levulose constitui glicídio de grande importância para o atleta por ser um
elemento que é metabolizado sem necessidade de ação insulínica, o que de certa
forma codiciona uma estabilidade apreciável nos níveis insulínicos, e
consequentemente, na glicemia, além de formar rapidamente glicogêio. O ideal,
para o atleta, seria consumir o mel ou usar a levulose em substituição à
glicose. A glicose, como elemento energético não devem ser desprezados na
dieta. As combinações fosfatadas, sobejamente conhecidas como a “bateria
elétrica” orgânica, na constituição de ATP, ADP e AMP cíclico (importantíssimo
na contração muscular). Lembremo–nos, entretanto, que o consumo excessivo de
levulose, devido a sua difícil metabolização hepática, pode ser
prejudicial. O ferro, cobre e manganês, participam da síntese da hemoglobina,
para a intensificação das oxidações. O cálcio é imprescindível pelas suas
inúmeras funções, entre as quais se destaca a de auxiliar a contração
muscular. A geléia real, além de seu valor glicídico, contém determinadas
vitaminas do complexo B. O mel apresenta ainda, valiosos constituintes, entre
os quais se acham a própolis, o pólen e a cera, considerados por vários autores,
com funções de proteção orgânica.
2. Levedura de Cerveja – É produto
constituído por esporos de diversos gêneros sacaromices e em especial da espécie
Sacaromices cerevisiae. É constituído de alguns aminoácidos, substâncias
nucleínicas, elementos óxido-redutores sulfurados, secretinas e o glutation (em
cuja composição figuram a glicocola, ácido glutâmico e cisteína); constitui
também, importante fonte natural de complexo B, de ergosterol (que por
irradiação é transformado em vitamina D), também vitamina E e a pró-vitamina
A. Na sua composição mineral despontam o fósforo e o potássio. Há quem use
a levedura irradiada para o aproveitamento da pró-vitamina D (que gera o
princípio ativo-viosterol); dessa exposição decorre a importância da levedura
como elemento nutritivo. Como este produto favorece as fermentações
intestinais, às vezes, pode funcionar como laxante (importância para os casos de
obstipação). A posologia adequada evita alterações na peristalse.
3. Germe
de Trigo – Pela composição deste alimento, se deduz de pronto a sua
importância. Basicamente, é constituído de protídios de alto valor
biológico. Entre os minerais se encontram: cálcio, ferro, fósforo e
magnésio. Rico em lipídios, onde 16% são representados pelo ácido palmítico e
84% do restante pelos ácidos oléico, linoléico e linolênico. Entre as
vitaminas, além das do complexo B, destaca-se com evidência a vitamina E. A
vitamina E é importante para o metabolismo, por sua ação antioxidante, protege a
biotina e os componentes do complexo B da destruição (por oxidação), pela
rancificação dos ácidos graxos. Está clara a razão da indicação deste produto,
para o atleta ou esportista, bem como para qualquer indivíduonas diversas faixas
etárias.
4. Guaraná – A amêndoa do guaraná é constituída, em percentual
de: protídios (9,35g), glicídios (1,75g), lipídios (2,6g) e fornece 68 calorias,
além de conter cafeína, que é excitante.
5. Castanhas - DO - PARÁ
(percentual) É rica em lipídios (67g), protídeos (17g), glicídios (7g),
cálcio (0,172 mg), fósforo (0,746 mg), ferro (6 mg) e fornece 699 calorias;
vitaminas (A = 3 UI); B1 (850 mg); B2 (320 mg) e niacina (2,10 mg).
6. Castanha
do Caju (percentual) Também rica em lipídios (47,20 g), protídeos (19,60 g), licídios (26,40 g), cálcio (0,010 mg), fósforo (0,575 mg), ferro
(5,60 mg), teor vitamínico semelhante ao da castanha – do – pará, e fornece 609
calorias. Freqüentemente já vem com sal.
7. Açúcar Mascavo
(percentual) Rico em ferro (15,76 mg), glicídio (92 g), cálcio (0,332 mg),
fósforo (0,079 mg) e fornece 368 calorias.
8. Água de Coco
(percentual) Fornece protídeos (0,3 g), glicídios (4,7 g), lipídios (0,2 g),
umidade (94,2), cinzas (0,6), niacina (0,1 mg), vitamina C (2 mg), sódio (32
mg), potássio (144 mg), cálcio (0,2 mg), fósforo (0,13 mg), ferro (0,3 mg) e
poucas calorias – 22.
9. Aveia Rotineiramente, a aveia vem sendo
utilizada como grande mobilizadora do colesterol através de um de seus
componentes, - o betaglucano.
Enfatizaremos,também, o problema da acidose
muscular – “o ponto morto do atleta”, segundo o Prof. Pedro Escurero.
A
vida é impossível em meio ácido; o meio interno deve encontrar-se em faixa
alcalina para que os diversos mecanismos vitais possam ser
exercidos.
Pelo exercício, serão gerados nos músculos, em etapas
intermediárias, ácidos, em particular o ácido lático que, se não metabolizados,
determinam “acidose muscular” e conseqüente prejuízo na miocontração.
A
acidose é amplamente compensada pelos mecanismos reguladores orgânicos e também,
por uma proteção especial, determinada pelo tipo de alimento
consumido.
Os alimentos “in natura” são ácidos ou alcalinos e depois de
ingeridos, deixam cinzas ácidas ou alcalinas.
Alguns alimentos ácidos
podem não fornecer cinzas ácidas.
As frutas ácidas (ácido cítrico e
ascórbico) em sua metabolização, fornecem cinzas alcalinas (ácido cítrico + sais
de sódio – citrado de sódio – alcalino).
A alimentação do atleta ou
esportista deve ser, prevalentemente, alcalina para que a contração muscular não
seja prejudicada.
Na lista a seguir forneceremos a relação dos alimentos
com suas respectivas unidades ácidas ou alcalinas, para o cálculo da
predominância:
|
| Tabela de acidez e alcalinidade |
| Reação alcalina |
| Ameixa |
8,2 |
Caldo apurínico |
3,6 |
| Abacaxi |
7,0 |
Caldo comum |
2,7 |
| Aipo |
8,4 |
Chuchu |
4,8 |
| Abóbora |
4,7 |
Doce de Leite |
13,7 |
| Aspargo |
1,8 |
Doce de Maça |
1,8 |
| Alface |
3,5 |
Doce em pasta |
3,3 |
| Acelga |
24,7 |
Damasco |
8,4 |
| Azeite de Oliva |
0,7 |
Ervilha fresca |
3,1 |
| Abacate |
10,7 |
Ervilha seca |
10,0 |
| Batata-Inglesa |
9,5 |
Escarola |
5,4 |
| Banana |
7,9 |
Espinafre |
25,7 |
| Batata-Doce |
8,0 |
Feijão verde |
3,4 |
| Beterraba |
10,7 |
Framboesa |
6,1 |
| Beringela |
4,5 |
Figo fresco |
6,9 |
| Brioche |
16,4 |
Figo seco |
36,1 |
| Brócolis |
4,3 |
Farinha de milho |
5,6 |
| Cebola |
1,8 |
Farinha de soja |
2,9 |
| Cenoura |
9,1 |
Feijão preto |
12,0 |
| Couve-flor |
6,8 |
Feijão manteiga |
33,7 |
| Couve |
8,3 |
Grão-de-bico |
4,3 |
| Coco |
4,9 |
Goiaba |
2,3 |
| Creme de Leite |
0,6 |
Groselha |
6,1 |
| Cereja |
7,3 |
Geléia de frutas |
0,1 |
| Cidra |
3,5 |
Leite de coco |
7,5 |
| Castanha portuguesa |
11,3 |
Leite de vaca |
1,6 |
| Castanha-do-Pará |
4,5 |
Lentilha |
16,8 |
| Compota |
5,0 |
Lima |
11,4 |
| Cacau |
0,5 |
Laranja |
6,1 |
| Suco de Limão |
3,8 |
Manga |
8,0 |
| Suco de Laranja |
3,8 |
Maça |
2,7 |
| Suco de Tangerina |
4,3 |
Uva |
6,0 |
| Tangerina |
5,3 |
Suco de carne magra |
11,3 |
| Vinagre |
1,2 |
Salsa |
7,5 |
| Reação ácida |
| Aveia |
13,2 |
Noz |
8,4 |
| Aranque |
11,5 |
Ovo |
16,0 |
| Arroz |
7,6 |
Ostras |
14,4 |
| Amendoim |
11,6 |
Pão Francês |
5,4 |
| Bacalhau |
30,7 |
Pão de Centeio |
4,2 |
| Bacalhau (ovas) |
38,8 |
Pão preto |
7,0 |
| Biscoito |
10,0 |
Pão integral |
5,9 |
| Consome |
137,2 |
Pato |
24,4 |
| Camarão |
30,0 |
Peru |
1,8 |
| Caranguejo |
39,5 |
Perdiz |
27,9 |
| Carne-seca |
9,6 |
Melão |
6,1 |
| Carneiro |
12,1 |
Marmelo |
1,9 |
| Caviar |
6,1 |
Morango |
5,0 |
| Coração |
9,1 |
Nabo |
8,2 |
| Corvina |
15,0 |
Pepino |
3,6 |
| Chocolate |
17,2 |
Pimentão |
2,1 |
| Carne de vaca |
18,5 |
Parmezão |
1,4 |
| Carne de porco |
8,1 |
Pêssego |
6,1 |
| Cevada |
12,6 |
Presunto |
9,8 |
| Dourado |
14,6 |
Pêra |
3,6 |
| Enchova |
15,9 |
Pimenta |
28,9 |
| Farinha de trigo |
1,8 |
Passa |
27,0 |
| Frango |
11,7 |
Repolho |
5,6 |
| Farinha de soja |
7,0 |
Ruibarbo |
23,6 |
| Fígado |
7,4 |
Suco de tomate |
4,6 |
| Gelatina |
15,8 |
Suco de uva |
3,6 |
| Germe de ovo |
20,4 |
Tomate |
9,0 |
| Clara de ovo |
0,6 |
Pescada |
13,9 |
| Galinha |
11,7 |
Trigo triturado |
5,7 |
| Germe de trigo |
55,2 |
Pinhão |
2,9 |
| Lagosta |
38,4 |
Tapioca |
1,2 |
| Linguado |
16,8 |
Queijos (média) |
15,0 |
| Lebre |
28,1 |
Sardinha |
25,5 |
| Macarrão |
3,8 |
Salmão |
16,2 |
| Manteiga |
0,4 |
Sêmola |
3,0 |
| Margarina |
1,3 |
Soja seca |
9,8 |
| Maionese |
1,9 |
Trigo |
5,4 |
| Mel |
1,1 |
Miúdos de galinha |
17,5 |
| Azeitona |
3,8 |
- |
- |
As preocupações, agem perniciosamente em todos os processo orgânicos, levando a
desequilíbrios notáveis.
Um ambiente calmo e descontraído é desejável.
Tanto os dirigentes como os treinadores, principalmente no intervalo das
competições – onde os atletas devem aproveitar o máximo para recuperação –
deveriam abster-se de admoestações ou de incisivas recomendações, pois uma
atmosfera tensa condiciona descarga adrenalínica (excitação simpática) com suas
implicações metabólicas, cardiovasculares e digestivas.
Necessidades Dietéticas diárias recomendadas pelo National Research
Council - Food ad Nutrition Board National Academy of Sciences.
Revisão de 1974 Planejado para a manutenção de uma boa
nutrição para praticamente todas as pessoas saudáveis noa EUA.
|
| . |
IDADE
(anos) |
PESO
(kg)(lb) |
ALTURA
(cm)(poleg.) |
ENERGIA
(kcal.)b |
PROTEÍNA
(g.) |
Ativ. da vitamina A (R.E.)c(UI) |
Vitamina D
(UI) |
Ativ. da vitamina E
(UI) |
| Crianças na 1ª infância |
0.0 – 0.5 0.5 – 1.0 |
6 14 9 20 |
60 24 71 28 |
kg x 117 kg x 108 |
kg x 2.2 kg x 2.0 |
420 1,400 400 2,000 |
400 400 |
4 5 |
| Crianças maiores |
1 – 3 4 – 6 7 - 10 |
13 28 20 44 30 66 |
86 34 110 44 135 54 |
1,300 1,800 2,400 |
23 30 36 |
400 2,000 500 2,500 700 3,300 |
400 400 400 |
7 9 10 |
| Homens |
11 – 14 15 – 18 19 - 22 23 - 50 51+ |
44 97 61 134 67 147 70 154 70 154 |
158 63 172 69 172 69 172 69 172 69 |
2,800 3,000 3,000 2,700 2,400 |
44 54 54 56 56 |
1,000 5,000 1,000 5,000 1,000 5,000 1,000 5,000 1,000
5,000
| 400 400 400 |
12 15 15 15 15 |
| Mulheres |
11 – 14 15 – 18 19 – 22 23 – 50 50+ |
44 97 54 119 58 128 58 128 58 128 |
155 62 162 65 162 65 162 65 162 65 |
2,400 2,100 2,100 2,000 1,800 |
44 48 46 46 46 |
800 4,000 800 4,000 800 4,000 800 4,000 800 4,000
|
400 400 400 |
12 12 12 12 12 |
| Grávidas Lactantes |
- |
- |
- |
+300 +500 |
+30 +20 |
1,000 5,000 1,200 6,000 |
400 400 |
15 15 |
a. As necessidades pretendem cobrir as variações individuais entre
maioria das
pessoas que vivem nos Estados Unidos sob o estresse ambiental habitual. As
dietas devem ser baseadas em uma variedade de alimentos comuns a fim de fornecer
outros nutrientes para os quais as necessidades humanas não foram tão bem
definidas.
b. Quilo joules (kj) = 4,2 x kcal.
c. Equivalentes de Retinol.
d. Considerando-se tudo como retinol no leite durante os primeiros
seis meses de vida. Todas as ingestões subsequentes são considerados como metade
de retinol e metade de b-caroteno quando calculados em UI. Como
equivalentes de retinol três quartos estão na forma retinol e um quarto na forma
de b-caroteno.
e. Atividade total da vitamina E, estima em 80% como
-tocoferol e 20% como outros tocoferóis.
Necessidades dietéticas
diárias recomendadas pelo National Research Council-Food and Nutrition
Board, National Academy Of Sciences, Revisão de 1974 (continuação) |
Ácido Ascórbico
(mg) |
Falacina
f (ug) |
Niacina
g (mg) |
Riboflavina
(mg) |
Tiamina
(mg) |
Vitam. B6
(mg) |
Vitam.
B12
(mg) |
Cálcio
(mg) |
Fósforo
(mg) |
Iodo
(ug) |
Ferro
(mg) |
Magnésio
(mg) |
Zinco
(mg) |
35 35 40 40 40 45 45 45 45 45
45 45 45 45 45 60 80 |
50 50 100 200 300 400 400 400 400
400 400 400 400 400 400 800 600 |
5 8 9 12 16 18 20 20 18 16
16 14 14 13 12 +2 +4 |
0.4 0.6 0.8 1.1 1.2 1.5 1.8 1.8 1.6
1.5 1.3 1.4 1.4 1.2 1.1 +0.3 +0.3 |
0.3 0.5 0.7 0.9 1.2 1.4 1.5 1.5 1.4
1.2 1.2 1.1 1.1 1.0 1.0 +0.3 +0.3 |
0.3 0.4 0.6 0.9 1.2 1.6 2.0 2.0 2.0
2.0 1.6 2.0 2.0 2.0 2.0 2.5 2.5 |
0.3 0.3 1.0 1.5 2.0 3.0 3.0 3.0 3.0
3.0 3.0 3.0 3.0 3.0 3.0 4.0 4.0 |
360 540 800 800 800 1,200 1,200 800
800 800 1,200 1,200 800 800 800 1,200
1,200 |
240 400 800 800 800 1,200 1,200 800
800 800 1,200 1,200 800 800 800 1,200
1,200 |
35 45 60 80 110 130 150 140 130
110 115 115 100 100 80 125 150 |
10 15 15 10 10 18 18 10 10 10
18 18 18 18 10 18+h 18 |
60 70 150 200 250 350 400 350 350
350 300 300 300 300 300 450 450 |
3 5 10 10 10 15 15 15 15 15
15 15 15 15 15 20 25 |
f. As necessidades de folacina referem-se as fontes dietárias sendo determinadas
pelos ensaios com Lactobacillus casei. As formas puras de folacina podem ser
efetivas em doses menores do que um quarto das necessidades dietárias
recomendadas.
g. Apesar das necessidades serem expressas como niacina,
sabe-se que uma média de 1 mg. de niacina deriva de cada 60 mg. de triptofano
dietário.
h. Essas necessidades aumentadas não podem ser supridas pela
dieta comum, conseqüentemente recomenda-se uma suplementação de ferro.
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| :: Medicina Biomolecular :: |
Tem aqui o seu papel preponderante, onde se faz
necessário a busca do máximo, o melhor desempenho, a otimização das funções
orgânicas em todos os sentidos. Assim, o estudo do Mineralograma Capilar, com a
correção dos possíveis desvios de minerais e oligoelementos, o equilíbrio das
funções bioquímicas com a correção da Disbiose, proporcionará uma adequada
absorção dos nutrientes ingeridos, para a reposição ou suplementação do
organismo em franca atividade visando à manutenção do equilíbrio para um
hiperdimensionamento bioquímico, fisiológico, psicológico e funcional,
para um pleno desempenho orgânico em busca de seus resultados e superação de
limites. Sem que para isso tenha que se recorrer ao dopping. Fonte:
Associação
Brasileira de Nutrologia - Dr. Osman Gioia
Clique e leia:
Matéria
sobre Suplementação escrita com a participação do Dr. Douglas para a revista "Dieta Já"
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