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As mamas são os órgãos responsáveis pela produção de leite. Cada uma delas tem, aproximadamente, de 15 a 20 subdivisões chamadas lobos, que estão dispostas como os gomos de uma laranja. Cada lobo possui muitos lóbulos, que terminam em dezenas de pequenos bulbos produtores de leite. Os lobos, lóbulos e bulbos são interligados por tubos finos denominados ductos. Esses ductos vão até o mamilo (papila), localizado no centro da área escura da pele, que se chama aréola. As outras partes da mama são preenchidas por gordura e tecido conjuntivo de sustentação.

Os músculos peitorais que recobrem as costelas e que se situam abaixo da mama não fazem parte dela.

Nas mulheres, as mamas podem ter tamanhos, formas e consistências variadas e, durante a vida, mudam em função da idade, ciclo menstrual, gravidez, menopausa, uso de pílulas anticoncepcionais ou por fatores hormonais. 

O organismo humano é constituído por trilhões de células que se reproduzem pelo processo de divisão celular. Em condições normais, este é um processo ordenado e controlado, responsável pela formação, crescimento e regeneração de tecidos saudáveis do corpo. Algumas vezes, no entanto, as células perdem a capacidade de limitar e comandar seu próprio crescimento passando, então, a se dividir e se multiplicar muito rapidamente e de maneira aleatória.

Como conseqüência dessa disfunção celular, isto é, desse processo de multiplicação e crescimento desordenado das células, ocorre um desequilíbrio na formação dos tecidos do corpo, no referido local, formando o que se conhece como tumor.

O câncer de mama, muitas vezes, apresenta-se como uma massa dura e irregular que, quando palpada, se diferencia do resto da mama, pela sua consistência.

Em geral, o câncer de mama é classificado em dois tipos mais freqüentes:

Carcinoma

Câncer lobular - começa nos bulbos (pequenos sacos) que produzem o leite; câncer dos ductos - forma-se nos ductos que levam o leite dos lóbulos para o mamilo (papila). 

Sarcoma

Forma-se nos tecidos conjuntivos. O câncer de mama pode se espalhar para outras partes do corpo. Por esta razão, é muito importante detectá-lo o quanto antes, principalmente nos estágios iniciais, aumentado assim, as chances de tratamento não agressivo e de cura.

Sinais ou sintomas mais comuns do Câncer de Mama

O câncer, assim como outras doenças, freqüentemente, apresentam sintomas que devem ser observados. Por essa razão, pode-se dizer que, de certa forma, o diagnóstico começa com a observação de qualquer alteração no funcionamento geral do organismo.

O câncer de mama pode apresentar diversos sintomas:

- Aparecimento de nódulo ou endurecimento da mama ou embaixo do braço;
- Mudança no tamanho ou no formado da mama;
- Alteração na coloração ou na sensibilidade da pele da mama ou da auréola; 
- Secreção contínua por um dos ductos;
- Retração da pele da mama ou do mamilo (papila);
- Inchaço significativo ou distorção da pele.

O câncer de mama, quando no início, pode ser tratado antes que se espalhe, quando as chances de cura são maiores, os tratamentos menos agressivos e não mutilantes.

Portanto, ao sentir qualquer alteração em suas mamas, procure seu médico. É fundamental que o diagnóstico do câncer de mama seja feito mais precocemente possível, pois isto aumenta as chances de cura, evita que o câncer se espalhe para outras partes do corpo, favorecendo o prognóstico, a recuperação e a reabilitação.

Para um diagnóstico precoce do câncer de mama, é necessário que toda mulher: 

- Faça um auto-exame das mamas mensalmente;
- Vá ao mastologista uma vez por ano.

O exame clínico da mama pode confirmar ou esclarecer o seu auto-exame, e o médico especialista em mamas (mastologista) é a pessoa mais indicada para isso.

Para fazer o diagnóstico, o mastologista submeterá você a um cuidadoso exame clínico e fará algumas perguntas sobre seu histórico familiar. Palpando a mama com as mãos, e com técnica específica, podere-se sentir a presença de um nódulo. Neste caso, solicita-se alguns exames, tais como:

Mamografia

É o principal exame das mamas, realizado através de raios X específico para examinar as mamas. Como é muito preciso, permite-nos saber o tamanho, localização e as características de um nódulo com apenas alguns milímetros, quando ainda não poderia ser sentido à palpação. 

Ultrassonografia

Complementa a mamografia e informa se o nódulo é sólido ou contém líquido (cisto).

Punção Aspirativa com Agulha Fina

Por meio de uma agulha fina e de uma seringa, aspira-se certa quantidade de líquido ou uma pequena porção do tecido do nódulo para exame microscópico. Na grande maioria das vezes tal exame é acompanhado do ultrasson. Esta técnica esclarecerá o conteúdo de tal nódulo, e se é cístico ou sólido.

Biópsia

É a cirurgia para remover parte ou todo o nódulo. O tecido retirado é examinado ao microscópio pelo patologista. Este exame é a única forma segura de saber se o câncer está presente. 

Receptores hormonais (estrógeno e progesterona)

São testes de laboratório solicitados pelo médico, caso o câncer seja diagnosticado durante a biópsia. Estes testes revelam se os hormônios estão ou não estimulando o crescimento do tumor.

Com esta informação, pode-se decidir se é ou não aconselhável a indicação de um tratamento à base de hormônios. Esses testes são feitos no tumor e a amostra é colhida durante a biópsia. De acordo com estatísticas, de cada cinco tipos de nódulos, quatro não são malignos. No caso de um tumor benigno, poderá ser removido através de cirurgia, sem qualquer problema posterior ou seqüela estética.

Alguns nódulos podem ser apenas espessamentos de parte da glândula mamária e não requerem qualquer tratamento, mas é necessário um controle regular.

Caso a biópsia detecte um tumor maligno, outros testes de laboratório serão feitos no tecido para que se obtenha mais dados a respeito. Também serão solicitados exames (raio X, exames de sangue, ultra-som, mapeamento ósseo, provas de função hepática etc.) para verificar se o câncer está presente em outras regiões do corpo. Todos os testes e exames solicitados têm como objetivo avaliar a extensão e o estadio da doença no organismo. O sistema de estadiamento do câncer de mama leva em conta o tamanho do tumor, o envolvimento de gânglios linfáticos da axila próxima à mama e a presença ou não de metástases a distância.

O câncer de mama tem boas opções de tratamento. A escolha depende: 

- Do estadio da doença; 
- Do tipo do tumor; 
- Do estado geral de saúde da paciente. 

O câncer de mama pode ser tratado por meio de radioterapia, quimioterapia, terapia hormonal ou cirurgia. Dependendo das necessidades de cada paciente, o médico poderá optar por um ou pela combinação de dois ou mais métodos.

Cirurgia - é a conduta mais comum e o principal tratamento local. O tumor da mama será removido, assim como os gânglios linfáticos da axila (esses gânglios filtram a linfa que flui da mama para outras partes do corpo e é através deles que o câncer pode alastrar-se). Existem vários tipos de cirurgia para o câncer da mama, e eles são indicados de acordo com a fase evolutiva do tumor.

Tipos de Cirurgia

Os diferentes tipos de cirurgia usados no tratamento de câncer de mama são:

Tumorectomia - (ou lumpectomia) é a cirurgia que remove apenas o tumor. Em seguida, aplica-se a terapia por radiação. Às vezes, os gânglios linfáticos das axilas são retirados como medida preventiva. É aplicada em tumores mínimos.

Quadrantectomia - (tratamento que conserva a mama) é a cirurgia que retira o tumor, uma parte do tecido normal que o envolve, e a primeira cadeia linfática da axila.

Mastectomia radical modificada - é a cirurgia que retira a mama, os gânglios linfáticos das axilas e o tecido que reveste os músculos peitorais. Aplicada nos estadios II e III.

Mastectomia radical - é a cirurgia que retira a mama, os músculos do peito, todos os gânglios linfáticos da axila, alguma gordura em excesso e pele. Este tipo de cirurgia é raramente realizado; é aplicado em tumores maiores, no estadio III. 

Radioterapia - utiliza raios de alta energia que têm a capacidade de destruir as células cancerosas e impedir que elas se multipliquem. Da mesma forma que a cirurgia, a radioterapia é um tratamento local. A radiação pode ser externa ou interna. Geralmente é realizada alguns dias após a cirurgia. Em alguns casos pode ser feita antes da realização da cirurgia. 

Quimioterapia - é a utilização de drogas que agem na destruição das células malignas. Pode ser aplicada através de injeções intramusculares ou endovenosas ou por via oral. Na maioria das vezes é feita após a cirurgia. Pode, em alguns casos ser feita antes da cirurgia.

Hormonioterapia - tem como finalidade impedir que as células malignas continuem a receber o hormônio que estimula o seu crescimento.Esse tratamento pode incluir o uso de drogas, que modificam a forma de atuar dos hormônios, ou cirurgia, que remove os ovários - órgãos responsáveis pela produção desses hormônios. Da mesma maneira que a quimioterapia, a terapia hormonal atua nas células do corpo todo.

Auto-Exame das mamas

É conhecendo suas mamas que você pode verificar qualquer alteração.  Faça o auto-exame uma vez por mês. A melhor época é logo após a menstruação.  Para as mulheres que não menstruam mais, o auto-exame deve ser feito num mesmo dia de cada mês.


Exame de rotina
Deve-se procurar alterações como: 

- Deformações ou alterações no formato das mamas;
- Abaulamentos ou retrações;
- Ferida ao redor do mamilo;
- Caroços nas mamas ou axilas;
- Secreções espontâneas pelos mamilos. 

Como examinar suas mamas?

Exame durante o Banho
- Durante o banho:

Com a pele molhada e ensaboada, coloque a mão direita na nuca e deslize os dedos da mão esquerda suavemente sobre a mama direita, com movimentos circulares, explorando atentamente a mama e a região da axila.  Faça o mesmo na mama esquerda.


Exame em frente ao espelho
- Diante do espelho:

Eleve e abaixe os braços.
Observe se há alguma anormalidade na pele, alterações no formato, abaulamentos ou retrações.


Exame deitada
- Deitada :

Coloque um travesseiro debaixo do lado esquerdo do corpo e a mão esquerda sob a cabeça. Com os dedos da mão direita, apalpe a parte interna da mama. Inverta a posição para o lado direito e apalpe da mesma forma a mama direita.  Com o braço esquerdo posicionado ao lado do corpo, palpe a parte externa da mama esquerda com os dedos da mão direita. 
Caso você encontre alguma das anormalidades citadas, procure um médico: os ambulatórios, postos e centros de saúde pública podem ajudá-la. Quanto mais cedo melhor!

NÃO ENTRE EM PÂNICO!

Lembre-se: o que você vê ou sente em sua mama não significa que você tenha câncer mas é um sinal importante para você procurar o seu médico.

Tratamento Biomolecular

O tratamento biomolecular tem a intenção de se somar a tudo o que foi relatado anteriormente. Têm como produto final o restabelecimento da imunidade para que o organismo possa superar-se à agressão sofrida pela célula tumoral, e finalmente, vencê-la. Para tanto, é necessário o estudo e correção da Disbiose, alteração esta responsável por impedir que as substâncias que ingerimos não sejam bem digeridas, portanto não serão bem absorvidas, e como resultado final, ocorre uma carência nutricional que favorece o desenvolvimento e proliferação do câncer.
Assim, a boa nutrição deve estar de acordo com a correção funcional do aparelho digestório. Após essa correção poderemos nos utilizar de ácido aspártico, alanina, arginina, carnitina, cisteína e cistina, fenilalanina, glicina, lisina, metionina, taurina, tirosina, treonina, valina, leucina, isoleucina.  Minerais como, boro, cálcio, cobre, cromo, magnésio, manganês, potássio, selênio, zinco, vanádio.  Todas as vitaminas, e necessárias, além de fitoterápicos como Gingko biloba, Aloe Vera, Morinda citrifolia, dentre outros. Tudo isso após o estudo do Mineralograma Capilar (Exame do Cabelo), que permite uma análise da concentração de minerais nutrientes e tóxicos presentes no interior do organismo e, dificultando ou mesmo impedindo, o bom funcionamento celular, na direção de uma resposta celular adequada para a lesão e morte da célula tumoral.

A Imunoterapia Ativada vai modular a resposta imunológica.

A Terapia com Tecidos Embrionários, hiperestimula as células íntegras, ao mesmo tempo em que induzem as células danificadas a entrarem em apoptose (morte celular programada). Dessa maneira ocorre renovação do tecido mamário, ou qualquer outro tecido quando se trata de uma metástase, e o resultado é surpreendente. Ocorre, assim não só uma melhora orgânica, mas também uma melhora da própria condição psicológica difícil que se vivencia abruptamente. Dando condições orgânicas e psicológicas de administração de tal situação.

Reabilitação - vem auxiliar os métodos de tratamento para que a paciente tenha melhor qualidade de vida. É feita através da cirurgia plástica de reconstrução e dos serviços paramédicos de auxílio (fisioterapia, psicologia etc.)

A importância do período de recuperação

O período de recuperação das pacientes em tratamentos é muito importante e varia de acordo com as características individuais, a extensão da doença e o tratamento recebido.

A prática de exercícios físicos após a cirurgia ajuda a restabelecer os movimentos e a recuperar a força no braço e no ombro. Auxilia, também, na diminuição da dor e da rigidez nas costas e no pescoço.

Os exercícios são cuidadosamente programados e devem ser iniciados tão logo o médico lhe permita, o que costuma ocorrer um ou dois dias após a operação. Inicialmente, os exercícios são suaves e podem ser feitos na cama.

Gradativamente, passam a ser mais ativos e devem ser incorporados à rotina diária. 

Após a mastectomia, o uso do sutiã com prótese é aconselhável. 

A cirurgia plástica de reconstrução pode ser realizada imediata ou posteriormente.

Clique e leia:

- Dicas para se proteger do Câncer

- Dicas para ter uma Vida Saudável

- Sistema de Classificação BI-RADS

- Os Direitos dos pacientes com Câncer - Ministério da Saúde/INCA


 
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