|
As manifestações cutâneas iniciam-se por vesículas que podem confluir formando bolhas contendo líquido transparente ou ligeiramente amarelado, seguindo o trajeto de um nervo. Em alguns dias, as lesões secam e formam crostas que serão liberadas gradativamente deixando discretas manchas no local que tendem a desaparecer.
Na grande maioria das vezes, as manifestações
limitam-se a um lado do corpo, por onde passa o nervo atingido, sendo raro o
acometimento bilateral. |
Os nervos atingidos com maior freqüência são os intercortais, mas outros nervos
podem ser afetados. Quando acomete os nervos cranianos, podem ocorrer sintomas
referentes aos nervos acometidos, como ulcera da córnea, vertigem ou
surdez.
Tratamento
O tratamento deve ser iniciado assim que
se iniciarem os sintomas visando evitar o dano irreparável ao nervo atingido que
resultará na neuralgia pós-herpética.
As lesões da pele têm involução
espontânea, mas medidas para evitar a infecção secundária devem ser tomadas. Os
medicamentos utilizados no tratamento do herpes zoster ainda não mostraram
eficácia comprovada.
Tratamento Biomolecular
A terapêutica biomolecular representa uma
arma poderosa contra o vírus do Herpes zoster, pois com a abordagem adequada
pode-se atingir diretamente o vírus e o tecido agredido pelo mesmo.
Assim, o
resultado é a destruição do vírus, o restabelecimento do tecido nervoso, o fim
da dor, e retoma-se o bem estar do paciente. Uma abordagem vigorosa, eficaz, e
numa patologia aguda.
Durante e após tal medida, deve-se cuidar da causa
que desencadeou a proliferação do vírus. O uso da Imunoterapia Ativada (ITA),
para a manutenção do estado de equilíbrio do paciente, assim como a correção da Disbiose e realização do Mineralograma Capilar.
A suplementação com vit.
C, L-lisina, vit. B12, Selênio e Zinco, auxiliam no equilíbrio da
imunidade.
|