|
:: www.imebi.com.br ::
|
 |
A Demência
O termo "demência" refere-se a uma série de sintomas que se encontram geralmente em pessoas com doenças cerebrais que cursam com destruição e perda de células cerebrais. A perda de células cerebrais é um processo natural, mas em doenças que conduzem à demência isso ocorre a um ritmo mais rápido e faz com que o cérebro da pessoa não funcione de uma forma normal. Os sintomas da demência implicam, normalmente, uma deterioração gradual e lenta da capacidade da pessoa para funcionar, que nunca melhora. |
|
O dano cerebral afeta o funcionamento mental da pessoa (memória, atenção, concentração, linguagem, pensamento, etc.) e isto, por sua vez, repercute-se no comportamento.
Mas a demência não se limita apenas
aos tipos degenerativos de demência. Refere-se a uma síndrome que nem sempre
segue o mesmo curso de desenvolvimento.
Em alguns casos, o estado da pessoa pode
melhorar ou estabilizar por um determinado tempo.
Existe uma pequena percentagem
de casos de demência que se podem tratar, ou que são potencialmente reversíveis,
mas na grande maioria dos casos, a demência leva à morte. A maior parte das
pessoas morre devido a "complicações", tais como pneumonia, mais do que da
demência, propriamente dita.
No entanto, quando se apresenta, muito tarde na vida,
os efeitos tendem a ser menos severos.
Apesar da doença de Alzheimer ser a forma
mais comum de demência, existe um número de diferentes tipos de demência.
O que é a Doença de Alzheimer?
Entre 50 a 70 por cento de todas as pessoas com demência têm a doença de
Alzheimer - uma doença degenerativa que destrói células do cérebro lenta e
progressivamente. O seu nome vem de Aloïs Alzheimer, um psiquiatra e
neuropatologista alemão que, em 1906, foi o primeiro a descrever os sintomas
assim como os efeitos neuropatológicos da doença de Alzheimer, tais como placas
e entrançados no cérebro.
A doença afeta a memória e o funcionamento mental (por
exemplo, o pensamento e a fala, etc.), mas pode também conduzir a outros
problemas, tais como confusão, mudanças de humor e desorientação no tempo e no
espaço. Inicialmente, os sintomas, tais como dificuldades de memória e perda de
capacidades intelectuais, podem ser tão sutis, que passam despercebidos, tanto
pela pessoa em causa como pela família e pelos amigos.
No entanto, à medida que
a doença progride, os sintomas tornam-se cada vez mais notórios e começam a
interferir com o trabalho de rotina e com as atividades sociais.
As dificuldades
práticas com as tarefas diárias, como vestir, comer e lavar-se se tornam
gradualmente tão severas que, com o tempo, a pessoa fica completamente
dependente dos outros.
A doença de Alzheimer não é infecciosa nem contagiosa. É
uma doença terminal que causa uma deterioração geral da saúde. Contudo, a causa
de morte mais freqüente é a pneumonia, porque à medida que a doença progride o
sistema imunológico deteriora-se, e surge perda de peso, que aumenta o risco de
infecções da garganta e dos pulmões.
No passado, costumava-se usar o termo
doença de Alzheimer em referência a uma forma de demência pré-senil, oposta à
demência senil.
Existe agora, contudo, uma melhor compreensão de que a doença
afeta pessoas tanto abaixo, como acima dos 65 anos de idade.
Conseqüentemente, a
doença é, agora, referida como uma demência pré-senil, ou senil, de tipo
Alzheimer, dependendo da idade da pessoa em causa.
Os sintomas da Doença de Alzheimer
Os sintomas da Doença de Alzheimer aparecem lentamente. O período médio entre
o primeiro e o último estágio é cerca de 8 anos. Este período pode, entretanto,
variar muito de uma pessoa para outra. No estágio inicial a pessoa com a Doença de
Alzheimer parece um pouco confusa e esquecida. Ela pode não encontrar palavras
para se comunicar direito, pode deixar pensamentos inacabados, pode esquecer com
freqüência fatos e conversas recentes.
Curiosamente, entretanto, ao mesmo tempo em que está prejudicada a memória
para fatos recentes, como por exemplo o que teve no jantar de ontem, pode haver
lembranças claras de um passado mais distante. O paciente freqüentemente se
lembra e repete histórias de sua infância com riqueza de detalhes
impressionante.
Fica prejudicada também a capacidade de lidar com as coisas (pragmatismo), e
o paciente começa a precisar de ajuda para executar tarefas rotineiras,
anteriormente realizadas com facilidade.
Ele pode, com o evoluir da doença, não
mais reconhecer seus familiares, os locais familiares e mesmo esquecer como
realizar tarefas simples, como por exemplo, se vestir, tomar remédios, tomar
banho, etc.
Essa progressão da doença leva a um estágio mais avançado, quando então a
pessoa perde completamente a memória, a capacidade de julgamento e o raciocínio.
Daí em diante será necessário ajudá-la em todos os aspectos do dia a dia.
Outras Alterações do Comportamento
Alterações comportamentais acontecem na Doença de Alzheimer com variável
freqüência. De 30 a 50% dos pacientes apresentam algum tipo de delírio.
Entretanto, é sempre difícil caracterizar o delírio do paciente com Alzheimer
porque, na maioria das vezes o que existe é uma desorientação tão grande em
relação ao local, à data e às pessoas que podemos pensar tratar-se de delírio
(mas não é, é desorientação). Delírio seria uma crença de natureza mais absurda
e bastante irremovível. De 10 a 25% deles têm alucinações e a maioria, de 40 a
60% tem sintomas depressivos.
Pacientes com transtornos psicóticos prévios, e que começam a apresentar
prejuízo progressivo da cognição (integração da consciência), evoluem muito mais
rapidamente para a demência. Havendo alguma doença mental anterior à Doença de
Alzheimer, principalmente doenças do tipo psicose, fará com que o paciente
apresente maiores alterações comportamentais, tais como delírios,
alucinações, agressividade, agitação, furor, mudanças de personalidade,
alterações sexuais e perda das noções de higiene.
As Confusões
O paciente com Doença de Alzheimer confunde facilmente a realidade e, para
ele, não é claro a diferença entre o presente do passado, assim como não é claro
a diferença entre esse ou aquele filho ou parente. Essa alteração da consciência
é que chamamos de alteração cognitiva. A confusão que ele faz entre as pessoas da família pode ser muito frustrante,
acostumados que estamos a sermos bem identificados por todos.
Cada situação
merece ser tratada diferentemente. Devemos decidir se o assunto em questão é
importante, se é importante que o paciente saiba realmente quem é essa pessoa ou
não.
Às vezes podemos deixar as coisas como estão, outras vezes devemos lembrar
a identidade da pessoa confundida.
De vez em quando a personalidade do paciente com Doença de Alzheimer sofre
mudanças.
As mudanças mais comuns são a Depressão, a regressão, apatia,
irritabilidade, desconfiança e impaciência. Também podem ocorrer alucinações
(ver coisas que não existem) e ilusões (crenças irracionais), mais
freqüentemente no início da noite.
Diante de tais problemas é bom consultar o
médico para orientação.
Quem pode ter a doença de Alzheimer?
A doença de Alzheimer geralmente afeta as pessoas acima de 65 anos. Quanto
mais velha a pessoa, maior a probabilidade de desenvolver a doença.
Entretanto,
algumas vezes as pessoas mais jovens, por volta dos 40 anos, podem também ser
afetadas.
Portanto, em tese, todas as pessoas estão sujeitas a esta doença.
Nenhuma profissão, nível de escolaridade, raça ou nível sócio-econômico está
imune.
Em certo número de casos a doença de Alzheimer pode ter uma natureza
familiar, enquanto em outros, apenas uma pessoa da família pode ser afetada. De
qualquer forma, as pesquisas genéticas sobre a doença têm evoluído bastante e,
até agora, parece haver uma certa predisposição constitucional para desenvolver
esse mal.
Sabe-se, no entanto, que aproximadamente 80% dos pacientes acometidos
de tal mal, ao se estudar a composição mineral do cabelo, o Mineralograma Capilar, constata-se uma intoxicação crônica por alumínio. Tal metal,
acumula-se no tecido nervoso e provoca estresse oxidativo (sofrimento tecidual),
sofrimento mitocondrial, com conseqüente produção de Radicais Livres, que
culminarão com dano tecidual, no caso a célula nervosa, e instalação do quadro
degenerativo. Mesmo que não se encontre alumínio aumentado, as pesquisas
evidenciam o estresse oxidativo no tecido nervoso do Sistema Nervoso Central.
|
Imagem do Cérebro de paciente portador da Doença de alzheimer
       |
As duas imagens justapostas ao lado
representam um corte do cérebro. O corte da esquerda representa o cérebro de uma pessoa normal e o da direita
representa um cérebro de portador da Doença de Alzheimer. Na Doença de Alzheimer há um encolhimento total do tecido
cerebral.
Os sulcos cerebrais são visivelmente mais alargados, há um encolhimento do gyri (plural do gyrus), as dobras tornam-se bastante
acentuadas.
Além disso, os ventrículos, que contêm o líquido cerebrospinal, são visivelmente ampliados.
A habilidade de reconhecer pessoas e de se comunicar é completamente perdida nos estágios finais.
Os pacientes com Doença de Alzheimer perdem o controle da bexiga, e necessitam, eventualmente, de cuidados constantes.
Este estágio da dependência completa pode durar anos antes do paciente morrer. O tempo médio do diagnóstico à morte costuma ser
de 4 a 8 anos, embora possa haver casos de 20 anos ou de mais.
Nos estágios mais adiantados da Doença de Alzheimer, a memória a curto prazo começa a declinar, juntamente quando
parte do hipocampo, que faz parte do Sistema Límbico, degenera. Com isso, a habilidade em executar tarefas rotineiras
também declina.
Enquanto a doença de Alzheimer se espalha através do cortex cerebral (a camada exterior do cérebro), a capacidade de crítica e
julgamento declinam, crises emocionais podem ocorrer e a linguagem se compromete.
A progressão da doença conduz à morte de maior parte de tecido nervoso, proporcionando expressivas mudanças do
comportamento, tais como vaguear sem rumo e agitação.
Tratando a Doença de Alzheimer
Os objetivos do tratamento são, infelizmente, apenas no sentido de controlar os sintomas mais incômodos e estimular o treinamento
familiar para se aprender a lidar com pessoa doente. Os medicamentos podem melhorar os sintomas em alguns casos,
principalmente os sintomas de irritabilidade, depressão, inquietação, alterações do ritmo sono-vigília, etc.
É essencial traçar um plano de atenção ao paciente com Doença de Alzheimer que inclua cuidados gerais, cuidados médicos e
supervisão sócio-familiar. Visitas regulares ao médico ajudarão a monitorar as condições do paciente, verificando
se existem outros problemas de saúde que devam ser tratados.
Existem três abordagens básicas para melhorar a qualidade de vida do paciente de Azheimer, retardando sua dependência,
desacelerando a deterioração cognitiva, e facilitando a vida do cuidador (aquele que toma conta do paciente).
A primeira delas relaciona-se às medidas psicossociais, com a finalidade de avaliar as atividades do dia-a-dia, promovendo recursos
para auto-manutenção física, higiene, atos de vestir, comer, tomar banho e se arrumar. Depois devem ser avaliadas as
atividades instrumentais da vida diária, como comunicação, fazer compras, arrumar a casa e se locomover. O "cuidador"
do paciente é a pessoa ideal para descrever o seu comportamento. Quando o cuidador é o cônjuge ou outro membro da
família, a carga emocional propicia um grande número de transtornos, devido ao grau aumentado de estresse como as
doenças físicas, depressão, Insônia, perda de peso,
abuso de álcool e de medicamentos psicotrópicos, abuso físico e verbal do paciente.
Por isto é de grande importância o cuidado com estas pessoas, para que também elas não adoeçam física e
emocionalmente.
Outros membros da família, amigos, pessoas contratadas e grupos de apoio devem estar envolvidos.
A segunda medida é a terapia comportamental. O paciente com Doença de Alzheimer pode desenvolver uma ampla variedade de
transtornos comportamentais, que incluem depressão, agitação, alucinação, delírios, ansiedade, violência,
insônia, perambulação, que podem causar sofrimento considerável para os membros da família e para quem cuida do
paciente, profissionalmente.
As abordagens não farmacológicas devem ser buscadas antes da terapia medicamentosa. Entre elas, podemos encontrar
atividades simples, que ocupem o tempo e tragam satisfação e bem-estar, como se sentar à mesa, tirar o pó da casa e
uma variedade de atividades manuais, além de promover reuniões sociais, evitar cochilos durante o dia, usar o banheiro
antes de deitar, manter ambiente calmo, evitar confronto com o paciente.
Tudo isto preenche a sua vida e promove um sono noturno mais tranqüilo.
A terceira abordagem é o tratamento medicamentoso da demência. Este já foi tentado de várias formas, no início com
vasodilatadores e medicamentos neurotrópicos.
No entanto, não há evidências de que tenham sido úteis. Como a fisiopatologia mais bem caracterizada na Doença Alzheimer é a
múltipla redução de neurotransmissores, a elevação do nível destas substâncias deveria proporcionar alívio
sintomático.
O sistema de neurotransmissor mais consistentemente envolvido é o colinérgico, sendo as primeiras tentativas de tratamento
realizadas no sentido de aumentar a carga destas substâncias. Depois se tentou utilizar medicamentos agonistas
diretamente em receptores chamados de muscarínicos.
Uma terceira estratégia, instituída mais recentemente, tem sido a utilização de inibidores da colinesterase para reduzir o
metabolismo da acetilcolina (Ach), elevando seus níveis nas sinapses (junções dos nervos com as outras estruturas).
Acredita-se que o ritmo de deterioração do paciente seja reduzido com o uso de medicamentos inibidores da colinesterase, quando
utilizados na DA leve a moderada. As avaliações em longo prazo são, obviamente, demoradas e de difícil adesão,
porém o maior conhecimento das causas da doença e estes avanços farmacológicos criaram um ponto de esperança no
controle desta temida patologia.
Organizando a vida do paciente com Alzheimer
Avaliar os perigos em potenciais da casa onde vive o paciente é de fundamental importância. Degraus, maçanetas, quinas e cantos
de móveis, iluminação de corredores e cômodos (manter luzes acesas à noite), enfim, deve ser realizada uma
verdadeira perícia de segurança no habitat do paciente. Observe cada cômodo e verifique se existe algum perigo
para alguém que está esquecido e confuso.
Por outro lado, decidindo por mudanças, não devemos esquecer que uma pessoa com a doença de Alzheimer tem sérias dificuldades
para ajustar-se às mudanças.
Fogão e outros eletrodomésticos podem ser esquecidos ligados ou usados de maneira errada pelos pacientes, portanto, uma checada
rotineira é importante. Havendo prejuízo mais severo da memória e da atenção, os botões devem ser cobertos, o
registro do gás deve ser desligado quando o fogão estiver sem uso, da mesma forma que os aquecedores e fornos
microondas devem ser desligados da tomada quando não estiverem sendo usados. Esse mesmo raciocínio de dificultar o uso
indevido deve ser aplicado em relação aos ferros elétricos, torradeiras, liquidificadores, ferramentas e outros
equipamentos elétricos.
Nas casas com aquecimento de água central, é importante que a temperatura seja regulada
abaixo dos 39 graus. O paciente pode se queimar no momento de misturar água quente e fria para o banho. Trancas e chaves
pelo lado de dentro das portas devem ser removidos para facilitar o acesso dos familiares à esses cômodos. O acesso à
banheira e à piscina devem ser fechadas.
Dirigir é perigoso para pessoas com a Doença de Alzheimer, mesmo no início do quadro. Ter uma programação diária e regular
para as atividades do paciente com a Doença de Alzheimer é de grande ajuda, pois ele se sente muito mais seguro e
orientado com uma rotina familiar. Exercícios regulares também ajudam a diminuir a impaciência, além de ajudar dormir
melhor. Caminhar é uma boa maneira do paciente com Doença de Alzheimer se exercitar.
Em relação às atividades, é bom ter em mente que as pessoas com doença de Alzheimer freqüentemente se aborrecem por querer
executar atividades e não conseguir.Por causa dessa dificuldade pragmática (para fazer as coisas), faça as tarefas
junto com o paciente, permita que ele faça o máximo que puder por conta própria, mas esteja pronto para ajudar. Para
fazer um bolo, por exemplo, escolha para ele as atividades que envolvam várias tarefas simples, fazendo você mesmo as
tarefas mais difíceis, como por exemplo, medir os ingredientes como.
Algumas famílias costumam deixar o paciente tomar suas refeições em separado do restante da família, mas essa não é uma boa
tática. As refeições são ótimos momentos para a socialização e permite que se tenha algum controle sobre a
quantidade e qualidade do alimento que o paciente Quando o paciente se veste sozinho, escolher o que vestir pode ser
difícil demais para ele e pode também não conseguir escolher as roupas que combinam. Procure deixar as roupas que ele
usará sobre a cama diariamente e, se for o caso, entregue uma peça de cada vez, explicando como vesti-la. O estímulo
para que o paciente continue a se vestir sozinho ou o máximo que consegue é muito importante para evitar uma apatia por
acomodação.
Assim como as refeições podem se transformar num excelente exercício de ressocialização, também os cuidados higiênicos com
barba e cabelo podem ser melhor aproveitados. Havendo condições, a ida a barbeiros e cabeleireiros é sempre
desejável.
Tipo de Assistência
Escolher o tipo mais apropriado de assistência a que o paciente com Doença de Alzheimer terá é um dos itens mais importante.
Dependendo do estágio da doença e do comportamento da pessoa doente, a assistência pode variar de visitas diárias a
cuidados ininterruptos. Primeiro determine o grau necessário de assistência, e então decida qual a melhor maneira de
obtê-las.
Abordagem Biomolecular
À medida que avançam os estudos a respeito da Doença de Alzheimer,
e das doenças degenerativas do Sistema Nervoso Central, aproxima-se cada vez
mais das patologias mitocondriais. Assim, começamos a pensar num conjunto ainda
maior de alterações, não só ligadas ao tecido nervoso (com mecanismos ainda
pouco elucidados), mas também no intrincado funcionamento do meio intracelular
e das mitocôndrias (organela intracelular produtora da energia necessária a
todos os mecanismos orgânicos).
Diante de tal diversidade de mecanismos, sabemos ser
necessário o equilíbrio da flora intestinal e a correção da Disbiose, infinitamente comum nas mais diversas
patologias. Com isso, começamos a melhorar as condições de nutrição do
organismo.
Em relação a nutrição, devemos pensar em ácido pangâmico e
glutâmico, GABA e glutamina, alanina, arginina, carnitina, cisteína, cistina,fenilalanina, glicina, histidina, metionina, ornitina, prolina e
hidroxiprolina, taurina, triptofano e hidróxitriptofano, tirosina, valina,
leucina e isoleucina.
Desencadear os mecanismos responsáveis pela recaptação e
produção de serotonina são igualmente indispensáveis.
Em relação às vitaminas, são muitas porque um paciente com
tal patologia geralmente é idoso, com um mau funcionamento do aparelho
digestóreo de forma crônica e, portanto, carências abrangentes e acentuadas.
Dos minerais, também são vários distúrbios, e aqui nos deteremos apenas à
intoxicação crônica por alumínio.
Muitas vezes, mesmo com o estudo do Mineralograma Capilar (Exame do Cabelo), não é
possível observarmos níveis altos desse metal. O que foi percebido ao longo da
prática clínica e muita pesquisa é que, sempre se relaciona o alumínio a tal
patologia, com a produção excessiva de Radicais Livres,
e com conseqüente lesão tanto mitocondrial, quanto do tecido nervoso.Assim, é
indispensável, desde que as condições clínicas permitam, a realização da quelação
(retirada do metal com a administração de uma substância que se liga ao mesmo e
promove sua eliminação pelas vias normais de excreção do organismo) do metal.
Pode-se, ainda, atuar na intenção de minimizar os efeitos inflamatórios do
processo de agressão do metal sobre o organismo, com substâncias carreadoras e
neutralizadoras de Radicais Livres.
Outro recurso de resultados positivos, é a
Terapia com Tecidos Embrionários que proporciona um
estímulo positivo sobre o tecido articular, que induz a um ótimo desempenho das
células que se encontram em boas condições, e induzindo a apoptose (morte
celular programada) das células danificadas, com um melhor desenvolvimento do
tecido nervoso e funcionamento mitocondrial, e melhora, ou estabilização, ou
ainda, ao menos um retardo da evolução do quadro.
A regulação do sono e do ritmo circadiano (vigília e sono),
trará conforto e bem-estar.
Quanto mais olharmos para o todo, teremos mais
condições de obtermos bons resultados. |
|
|
|
 |